quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Gorongosa II


Embora o objectivo principal desta viagem não fosse o Parque Nacional da Gorongosa, mas sim conhecer o centro de Moçambique, reconheço que toda a minha sonhei com este dia… Oxalá que mantenham vivo este parque sem o estragarem sem os modernismos do 1º Mundo… sentimos que tínhamos a Vida e o Mundo na palma das nossas mãos.





Preservem mas não estraguem…


















Quando voltarmos será para exploraramos a região Norte de Moçambique. esperemos que seja breve, temos tanto para dar por esta gente, mas a receber ainda mais!!!!

Estamos de regresso à origem, via Maputo... foram dias inesquecíveis estes em Moçambique, não fizemos novas amizades com ninguém em especial, mas aprofundámos àquela que já tínhamos do passado, e claro está com este belo povo em geral...BEM HAJAM



domingo, 3 de fevereiro de 2008

Gorongosa

Palavras escolhe-as quem quiser... eu não as tenho para a obra que se está a começar a fazer-se no Parque Nacional...Parabéns ao Vasco Galante e sua equipe....Só espero que as entidades e patrocinadores consigam compreender e com isso colaborem com estes locais que são verdadeiramente o que África tem de melhor!!!

O Africano é aquele que ao pressentir o seu fim, conseguiu sempre na história lançar-se mortalmente ao encontro deste, com bravura, dor, coragem, tristeza, lamento, altivez, tontura, medo, mas com todo seu ser, ao encontro do que lhe espera, porque sabe o que é inevitável e ao inevitável não se pode fugir…Ele sobrevive a si para ensinar aos outros que é possível renascer…Ele é quem exerce amor como prática de vida e tem sua sina morrer e reviver porque o semelhante precisa dessa ressurreição… Ele expõe suas dores, seus medos, seus temores, com naturalidade e sabedoria contumaz porque é assim que tem que ser…Ele tem conseguido sobreviver às intempéries, e sabe renascer da morte dos próprios sonhos… Ele é o possível…Ele renasce das próprias dores e do próprio fim…E renasce sempre melhor e mais belo.

E é com esse AFRICANO que eu quero aprender a viver.























































































Será que vamos conseguir reviver as epopeias tão bem narradas por Henrique Galvão, e que fizeram parte dos meus sonhos de juventude e dos escritos de Adelino Serras Pires, que ainda hoje estão bem presentes e reais ???

Salvé Gregory C. Carr